domingo, 7 de maio de 2017

SAÚDE

Homem transforma lar de idosos com Alzheimer em uma encantadora ‘vila’


O dia a dia de quem cuida de pessoas com Alzheimer pode ser desde uma caixinha de surpresas até uma rotina desgastante.
Além de muita paciência, compreensão e conhecimentos de enfermaria, o ambiente em que o paciente se encontra pode fazer toda a diferença em como ele lida com sua própria mente.
No lar de idosos Lantern, nos EUA, a senhora Norma, de 92 anos, por exemplo, diz todos os dias – em torno das 17h30 – que precisa ir embora para cuidar de sua mãe (já falecida).
Já o senhor Walter, exige que seu café da manhã seja servido às 19h30, diariamente.
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Tocado pelas experiências peculiares desses seres humanos e pensando em proporcionar uma experiência mais agradável a seus pacientes – minimizando seus conflitos habituais – Jean Markesh, CEO desse lar, resolveu transformar suas instalações em uma encantadora vila dos anos 1930.
“E se projetarmos um ambiente que pareça externo? E se eu puder ter o nascer e o pôr do sol dentro do edifício? E se eu for capaz de ver a lua e as estrelas ao sair do quarto? E se eu construir uma unidade que leva os moradores de volta para os anos 30 e 40?” – refletiu ele.

Um mergulho no tempo e na natureza

Em vez de quartos, cada morador recebe uma “casa” em uma pequena rua calma do interior que lembra os bairros onde muitos deles cresceram. Em vez de um teto chato, eles olham para cima e veem um céu digital que escurece no final do dia para ajudar a manter seus relógios biológicos em sintonia.
Durante todo o dia, sons da natureza e aromas frescos como hortelã-pimenta ou cítricos são canalizados por meio do carpete que lembra grama.
Nenhuma ideia estava fora de cogitação para Markesh. Seu objetivo é, claramente, proporcionar um mergulho no tempo e na natureza aos ‘moradores’ do lar.

Veja como ficou:

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Se preferir, veja o vídeo no YouTube.

Mantendo viva a esperança!

Alguns estudos têm mostrado que um ambiente integrado à aromaterapia pode realmente trazer benefícios ao funcionamento cognitivo de pacientes de Alzheimer.
Para Makesh, isso não é apenas uma questão de conforto. Ele quer mudar a forma como pensamos sobre o ‘fim do jogo’ para quem tem demências graves, como o Alzheimer.
Pacientes reunidos para assistir à apresentação de um colega do lar.
Ele diz que uma das maiores frustrações dos idosos são os conflitos criados em ambientes artificiais e horários que não correspondem mais à sua rotina antiga.
Os ‘profissionais’ dos lares, por outro lado, tentam resolver isso administrando medicamentos antipsicóticos e antiansiedade aos pacientes. A partir de então, esses idosos deixam de receber o engajamento que seus cérebros precisam para prosperar.
No entanto, projetos como o do lar Lantern mostram que uma estratégia de ambiente aliado aos aromas pode ajudar as pessoas a reaprenderem a cuidar de si mesmas e a ter gosto pela vida!
“Em cinco anos, vamos [ser capazes de] reabilitar nossos pacientes de forma que eles possam viver independentes em nosso ambiente. Em 10 anos, poderemos enviá-los de volta para casa.”, disse ele, entusiasmado.
Depois de testar o conceito inovador na unidade de Madison, em Ohio, Makesh está abrindo dois novos locais este ano.
Ele sabe que é tem objetivos altos a serem alcançados com a proposta. Mas, enquanto isso, está orgulhoso de possuir um dos poucos lugares que oferece algo bastante raro em casos de demência grave: a esperança.
Se a esperança também bateu forte no seu coração, compartilhe este post. Quem sabe não conseguimos inspirar lares como esse aqui no Brasil?
Fonte: upworthy.com.

domingo, 2 de abril de 2017

ARMÁRIOS NO SÓTÃO

Ideias inteligentes de armazenamento para sua casa

Para aproveitar a capacidade total do seu sótão, a opção mais sábia seria a criação de um sistema de prateleiras.  As sugestões de armazenamento que apresentamos a seguir são muito inteligentes, uma vez que permite usar o espaço na sua capacidade total.

domingo, 19 de março de 2017

INOVAÇÃO JAPONESA

Esta casa é estranha por fora, mas o seu interior vai deixar-te sem palavras

A casa que apresentamos aqui, é muito estranha por fora, no entanto o seu interior não tem nada haver com o exterior, o interior é fantástico. A casa projectada pelos arquitectos da Mizuishi Architectes Atelier. No Japão é muito comum a construção deste tipo de casas pequenas, é mais barato para as famílias.



segunda-feira, 13 de março de 2017

MEIO AMBIENTE UM DETALHE DE SOMENOS IMPORTÂNCIA


Bancada ruralista quer flexibilizar o Código Florestal

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Representantes do Ministério da Agricultura e do setor ruralista têm pressionado o governo federal a flexibilizar as regras de implantação do novo Código Florestal, que estão sendo finalizadas pela Casa Civil da Presidência.
Caso tenham a concordância do governo, as medidas sugeridas podem favorecer grandes proprietários rurais que desmataram. Um dos pontos se refere ao Programa de Regularização Ambiental, que prevê a conversão de multas aplicadas até 2008 em serviços de recuperação ambiental.
O Ministério da Agricultura propôs à Casa Civil que a conversão das multas inclua a aplicação de uma advertência aos desmatadores. A Folha apurou que a ideia desagradou ao Ministério do Meio Ambiente.
Outro ponto, defendido pelos integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e pelo Ministério da Agricultura, refere-se ao cadastramento de imóveis no Sicar (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural).
A bancada ruralista quer permitir que seja feito um cadastro para cada matrícula de um imóvel rural, em vez de um cadastro pela área total do imóvel. Isso porque é comum que imóveis rurais grandes estejam divididos em áreas menores com diferentes registros. Se o Sicar aceitar o cadastro por matrícula, é possível que o proprietário se beneficie com regras para pequenas propriedades, apesar de o imóvel rural ser um só.
Por exemplo: os imóveis de até quatro módulos fiscais (unidade usada para medidas agrárias) têm obrigação menor em relação à recuperação florestal. O novo Código Florestal foi sancionado em 2012 com apoio dos ruralistas.
Um conjunto de regras ainda está sendo finalizado para pôr em prática as medidas previstas na legislação. Falta a publicação de uma instrução normativa sobre o Sicar, no qual todos terão que se cadastrar, e de um decreto sobre o Programa de Regularização Ambiental, pelo qual produtores vão restaurar áreas já desmatadas.
A implantação dessas medidas já está atrasada. Integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária se reuniram na semana passada com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e abordaram o assunto.
Eles também querem se encontrar com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. "Você pode ter cem hectares, mas com quatro matrículas distintas, aí cai para 25 hectares cada. As condições de reserva legal e de APP (Área de Proteção Permanente) são diferentes.
Diminuem as exigências para o produtor", disse o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), o presidente da frente. O setor ambientalista, porém, é contra esse novo critério para os cadastros.
"Com isso, as concessões dadas para os pequenos produtores poderão se estender aos médios e grandes", disse Raul do Valle, advogado do Instituto Socioambiental.
*
DIVERGÊNCIAS NO CÓDIGO FLORESTAL
Sicar (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural)
Proprietários rurais terão que se cadastrar, mas o início de funcionamento do sistema depende ainda da publicação de uma instrução normativa
Programa de Regulari-zação Ambiental
Proprietários que desmataram devem aderir para recuperar áreas. Quem foi multado terá penalidade convertida em recuperação ambiental
O QUE QUER O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
1.Uma propriedade rural grande dividida em várias matrículas deve ter só um cadastro por área total no Sicar
2. As multas anteriores devem ser transformadas em recuperação ambiental
O QUE QUER A BANCADA RURALISTA
1. Se a propriedade tem várias matrículas, o produtor deve ter a opção de fazer um cadastro por matrícula
2. Reunião deve ser feita entre os governos federal e estaduais para definir como ficaria a conversão de multas
O QUE QUER O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
1. Se a propriedade tem várias matrículas, o produtor deve ter a opção de fazer um cadastro por matrícula
2. As multas anteriores devem ser transformadas em recuperação e advertência
POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS
> Se Sicar aceitar cadastro por matrícula, grandes proprie-tários podem se beneficiar de regras para pequenos e médios
> Sugestão de advertência pode abrir brecha para anistia das multas, na avaliação do Ministério do Meio Ambiente
Fontes: Ministérios do Meio Ambiente e Agri-cultura e Frente Parlamentar da Agropecuária 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PODERIA TER SIDO UMA TRAGÉDIA

Gilberto Calixto Rios
29 de dezembro de 2014

Piscinas biológicas substituem cloro por plantas

Arquitetura & Design

Piscinas biológicas substituem cloro por plantas

A alternativa é totalmente natural, saudável e não requer o uso de químicos.
14 de dezembro de 2015 • Atualizado às 11 : 44
Piscinas biológicas substituem cloro por plantas
As piscinas biológicas se integram melhor à paisagem. | Foto: Biopiscinas






Trata-se de um sistema de filtragem que utiliza micro-organismos e plantas. Para isso, as chamadas piscinas biológicas são divididas em duas partes: área de natação e área de plantas. A divisão é importante, principalmente, para o banhista não mergulhar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

Foto: Biopiscina
As plantas são responsáveis por produzirem biomassa, através da fotossíntese, que será consumida pelos micro-organismos. Estes, por sua vez, transformam a matéria orgânica em substâncias inorgânicas (dióxido de carbono, água e sais minerais – nitratos, fosfatos, sulfatos, entre outros) – que são necessárias para o crescimento das plantas e, consequentemente, forma um ciclo de trocas de matéria e energia.

Foto: Biopiscina
É preciso escavar o terreno (de pelo menos 10×15 metros) onde será instalada e utilizar uma tela impermeável para protegê-la. Essa tela ficará invisível após o término da construção e o aspecto será muito semelhante a um lago artificial.

Foto: Biopiscina
As plantas utilizadas neste tipo de instalação são criadas em viveiros por empresas especializadas. As espécies vão purificar a água sempre que liberarem oxigênio, o que ocorre durante o processo de fotossíntese.
Para ter uma piscina deste tipo em casa é preciso contratar os serviços de uma empresa especializada em piscinas biológicas, o que ainda não é muito fácil de encontrar no Brasil. Outra desvantagem é o custo inicial elevado. Em compensação, o investimento para mantê-la é reduzido e o consumidor terá um ambiente totalmente natural e saudável, que não requer o uso de químicos ou cloro.

Foto: Biopiscina
Ela também não requer equipamentos elétricos, portanto não existem custos energéticos. Do ponto de vista arquitetônico, as piscinas biológicas ainda têm a vantagem de se integrarem melhor à paisagem.

Foto: Biopiscina

Foto: Biopiscina

É viável construir ecopolos e ecocidades para toda a humanidade?

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Licenciado sob CC (by-nc-sa)
Se todos migrarmos das atuais cidades, para construirmos ecopolos em locais ambientalmente melhores, não sobrará local livre da intervenção humana direta; urbanizaremos o mundo inteiro.
A maior parte da população mundial reside em cidades.
É indispensável nos apropriarmos coletivamente de tudo que é declarado "público", como tudo aquilo que faz parte do Estado. Tudo que o Estado tem foi retirado do meio ambiente e do bolso do povo.
É inviável que 7 bilhões de pessoas abandonem suas cidades, saindo para construir ecopolos; assim extinguiríamos as áreas virgens e deixaríamos ruínas de cidades espalhadas pelo planeta. Isso acabaria com as rotas migratórias de diversos animais e levaria à extinção muitas espécies, além daquelas já em processo de extinção e das ameaçadas disso.
Uma proposta que não serve para toda a humanidade, não serve para mim.

Reconstruir as cidades atualmente ocupadas e ativas é realmente algo mirabolante, mas elas podem, sim, ser reformadas a ponto de se tornarem ambientes mais saudáveis e quase harmonizados com o resto da biosfera. Sim, por meio de reformas as cidades atuais talvez não fiquem iguais aos projetos de Jacque Fresco, mas poderiam avançar continuamente e rapidamente em direção similar, quanto ao quesito sustentabilidade.
A concentração urbana pode ser amenizada com controle voluntário da natalidade, através de educação e acessibilidade universal gratuita a meios anticoncepcionais eficazes, dentre outras medidas. Uma vez controlada a população, poderíamos restaurar e preservar vastas áreas naturais, como florestas e rios, já que a humanidade teria adotado um modelo civilizatório sustentável, fundamentado no oposto da obsolescência planejada, no reaproveitamento ou reciclagem de 100% dos resíduos, como intenta a Suécia, no uso de energias renováveis e limpas, na abolição de materiais tóxicos, etc.

Para termos a civilização que almejamos, esperaremos o colapso da atual, enquanto vivemos aprazivelmente em ecopolos e similares, desfrutando, posteriormente, do caos socioambiental que invariavelmente atingirá essas instâncias exemplares; ou viveremos proativamente engajados, desde as cidades nas quais residimos atualmente, nos empenhando em mudar a cultura e a política, não para beneficiar umas poucas pessoas conscientes do nosso atual descaminho civilizatório, mas para iluminar a todos que ainda estão cegados pelo egoísmo consumista, mudando o mundo, em lugar de tentar criar um outro, em alguma Terra Do Nunca.

Melhor seria que propostas como o Projeto Vênus e o Equilibrium se adaptassem para atuar internamente nas cidades já existentes, apesar de todo o esforço sociopolítico e cultural necessários. Se muitas mudanças exigiriam drásticas alterações na legislação e nos princípios e valores coletivos, isso não significa impossibilidade, mas que precisamos agir juntos, de forma sistemática, programática e proativa, agora mesmo!

Política* é um mal(?) necessário, quando se trata de relações humanas de pequena ou grande escala; os tecnocratas e cientificistas, por se considerarem superiores, preferem impor, em vez de dialogar.

* Favor não confundir política com politicagem.

P. S.: admiro o Projeto Vênus, assim como o Equilibrium e similares, pois instigam e exemplificam um ideal, ajudando no progresso civilizatório; seu equívoco apenas é o de considerar viável o êxodo urbano mundial, em prol da edificação de ecopolos e novas cidades; algo que moveria o mundo na direção contrária aos seus próprios ideais, isto é, ao colapso ambiental acelerado.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

ESSE É O NOSSO FOCO NA HABITATBRASIL.ORG

Edição do dia 12/06/2012
12/06/2012 17h46 - Atualizado em 12/06/2012 19h20

Maior favela sobre palafitas do Brasil abriga 6 mil famílias em Santos

Cerca de 20 mil pessoas moram no dique da Vila Gilda de forma precária e em meio ao lixão. Programa mostra como estão os manguezais brasileiros.

Da Redação 
Na semana em que começa a Rio +20, o Profissão Repórter mostra como estão os manguezais brasileiros. 70% da vida marinha de nossa costa depende dos manguezais em algum momento do ciclo de vida.
Caco Barcellos visitou o povoado de Tejucopapo, em Pernambuco, onde 200 famílias vivem exclusivamente do mangue. E registrou a pesca tradicional de caranguejos. No povoado de Cueiras, conheceu uma família de mulheres pescadoras. Dona Socorro e as cinco filhas passam o dia pescando e limpando siris. O trabalho paga os estudos de uma das filhas, Verônica, que faz faculdade de pedagogia.
Acompanhe o Profissão Repórter também pelo Twitter e Facebook.
A repórter Valéria Almeida mostra como é a vida na maior favela de palafitas do país, o dique da Vila Gilda, em Santos. Por lá seis mil famílias vivem de forma muito precária e em meio ao lixo na região que já foi ocupada por um mangue. Ela conversou com seu Marruco, o morador mais antigo do lugar, e com Anderson, carpinteiro de profissão, que vive de fazer reparos nos barracos avariados pela maré.
Thiago Jock foi para a reserva biológica de Lagamar, no litoral sul de São Paulo. Nesse trecho do litoral fica um dos manguezais mais bem preservados do país. E mostra uma experiência bem sucedida de convívio entre o homem e natureza. Seu Francisco é um criador de ostras que viajou o mundo para falar de preservação. Mario administra a cooperativa de ostras de Cananéia, com 52 famílias.

Em Timbaú do Sul, no Rio Grande do Norte, mostramos uma fazenda de camarões que existe há 150 anos. A reportagem mostra o percurso da família Marinho, que teve que se adequar aos novos tempos e trabalhar pensando em preservar o meio ambiente.
 

domingo, 18 de outubro de 2015

The Choice is Ours (2015) Parts I & II - 30 language subtitles

The Venus Project: Designing the Future (World Lecture Tour Edition)

THE VENUS PROJECT - A NEW WORLD SYSTEM | Full Documentary

Jacque Fresco A Futurist's Utopia BBC Horizons

Como ter uma sala no jardim: cadeiras e sofás ao ar livre

Como ter uma sala no jardim: cadeiras e sofás ao ar livre

O que é um jardim ou terraço para uma casa, se não a conclusão de um ambiente natural que combine com relaxamento, convívio e socialização? Simplificando: o jardim ou terraço é a nossa sala ao ar livre e então sofás e poltronas são uma obrigação nestes ambientes.

Mas os assentos para o exterior não deve seguir a mesma lógica de compra que nós nos importamos para aqueles na sala de estar. Mesmo assim devem ser de um conforto absoluto, cômodo e bonito, mas deve ser feito de materiais resistentes às condições climáticas e, portanto, adequados para uso em ambientes ao ar livre, tais como jardins, terraços e piscinas.

 

Para o jardim se usa a madeira

Para o jardim, por exemplo, se usa a madeira, em particular a de alta qualidade, que permite uma certa robustez. Além disso, a madeira tem a vantagem de poder ser facilmente dobrado e podem ter também um sistema reclinável. Muitos preferem cadeiras feitas de metal ou alumínio. Os custos são reduzidos, e junto ao preço se reduz o conforto, como podemos ja imaginar.

Poltronas de microfibra

Algumas pessoas não renunciam ao conforto absoluto e optam por poltronas de microfibra, vime e rattan, materiais resistentes à água e com fascínio inegável, ou mega travesseiros que são também parte do sofá. Desta forma, o relaxamento é garantido, mas cuidado com a chuva!

Se temos um monte de espaço, melhor optar por um sofá

Se temos um monte de espaço, melhor optar por um sofá, talvez impermeável e removível, resistente a mancha, mofo -resistente, de modo que seja fácil limpar: apenas a lavagem e secagem vai precisar mais atenção quando chegar o inverno.

Quanto aos estilos, temos sofás quase sempre muito bem definidos com linhas geométricas e quadradas, enquanto os de curvas são muito mais raros. Na estrutura sólida pode- se facilmente adicionar almofadas, de modo a tornar o sofá conveniente e confortável, tal como deve ser a estadia em uma sala.

O sofá da sala para animais de estimação

O sofá da sala para animais de estimação
Cães e gatos trazem alegria e calor para a casa, mas sabemos também, que ter um animal de estimação significa trabalhar duas vezes mais para manter uma casa limpa, isso é porque os animais são bagunceiros por natureza, por isso podemos esperar que eles movam travesseiros e cobertores colocados cuidadosamente no sofá da sala de estar, mas também sujar constantemente pisos e móveis com as suas garras, saliva ou mesmo com suas necessidades.
E se você tem um sofá branco, é certo que há uma boa chance que se encha de marcas.
Ensinar um cão ou um gato para não usar subir no sofá não parecer uma tarefa impossível, apenas um pouco de disciplina por parte do animal e paciência por parte do dono. Mas existe uma terceira solução: comprar um sofá para ele.
O sofá é realmente um bonito acessório

À primeira vista, pode parecer um exagero, mas com um pouco de investimento e uma pequena arrumação na sala você pode adicionar um sofá para o seu amado cão.

Quanto ao estilo, devemos nos contentar com aquele que o mercado oferece, por isso, se esperamos combinar o sofá com o resto da mobília, vamos ter que se contentar com o modelo do vintage marrom. O modelo é muito bom, é só ficar sujo e as capas são laváveis em máquina de lavar, também tem um espaço para guardar jogos e outros objetos que podemos usar para manter em ordem.

O sofá é realmente um bonito acessório e ele tem uma limitação no tamanho que não é bom para cães grandes. Podemos encontrá-lo na Amazon em promoção US $ 77, para o qual devemos adicionados os custos de envio.

Espreguiçadeira solar para navegar na internet com toda comodidade

Espreguiçadeira solar para navegar na internet com toda comodidade

A todos que gostam de trabalhar ao ar livre ou ouvir música, essa espreguiçadeira alimentada por energia solar, é ideal para carregar dispositivos elétricos.

Desenvolvido pela empresa MIT de Boston, é uma confortável espreguiçadeira de madeira conveniente e prática, com uma pelicola de energia solar capaz de armazenar energia que pode ser usada para o nosso smartphone ou nosso tablet.

Então aqui está uma ideia que combina a economia de energia, ou seja, um amigo ecologico e acima de tudo um projeto muito elegante.

Um iglu tranparente no jardim 

Um iglu tranparente no jardim

Se tem um jardim em casa, mas não é bem o oásis de relaxamento que estavamos sonhando? Como cerca então, de criar dentro de seu jardim um espaço coberto, confortável e acolhedor, para ter um ambiente acessível, tranquilo e climaticamente perfeito em todos os meses do ano?

Então, construiremos imediatamente um jardim Iglu, uma estrutura única do seu tipo que permite que obtenhamos um jardim de flores durante todo o ano ou um espaço acolhedor para o verão.

Claro, sou o primeiro a admitir, como estrutura esse jardim é um pouco incomum, mas é elegante e moderno.

Um iglu no jardim

O iglu é um kit que vem com instruções simples e precisas para facilitar a montagem, que pode ser concluído rapidamente e facilmente por uma única pessoa, enquanto estiver em companhia, vai ser uma oportunidade para compartilhar, alegria e diversão.

Feitas com materiais de alta qualidade, não exige muita manutenção, apesar de ser transparente precisar limpá-lo com freqüência.

Os materiais dos quais o iglu são feitos são totalmente atóxico e reciclável, para permitir que o impacto mínimo para o meio ambiente. É muito leve e fácil de mover, para que possamos move- los livremente dentro de seu jardim.

Criação de uma área de estar

Dentro podemos fazer com ele o que quisermos, a criação de uma área de estar ao ar livre ou uma sala de jantar alternativa.

As medidas são 3,60 m de diâmetro e 2,20 m de altura, de modo que o espaço não falta, mas o estilo é muito original e vai agradar muito para aqueles que querem adicionar um toque moderno ao seu jardim ou até mesmo futurista.

Finalmente, uma nota sobre o preço: Existem dois modelos, um 1.210 e outro de 3.117 reais. Podemos encontrá-lo em gardenigloo.com

A casa inflavel de concreto

A casa inflavel de concreto

À primeira vista parecem ser as casas dos Teletubbies, personagens de uma série para crianças. Na verdade, é tudo verdade: são as Binishell, casas construídas em um resort no Caribe, construído com cúpulas de concreto armado ao nível do solo, levantadas com a pressão do ar.

Na realidade, as verdadeiras e próprias casa infláveis, criados pelo italiano Nicolò Bini, com uma técnica semelhante ao utilizado para o revestimento de papel marche nos objetos.


Barato, ambientalmente amigável, rápida e fácil de implantar

Barato, ambientalmente amigável, rápida e fácil de implantar. Este é o princípio subjacente a estas pequenas bolas que entram para a vida na base de uma câmara de ar de forma esférica.

A “bolona”, uma vez posicionada, é recoberta com barras de metálicas de reforço e concreto úmido e, em seguida, inflado. O endurecimento do material, a câmara de ar pode ser desinflada e removida (e reutilizados), deixando a estrutura em forma de cúpula terminada e pronta a ser definida e habitada.

Essas casas são uma solução rápida e de baixo custo

O sistema criado do arquiteto Bini nasceu no 1964 com primeiro protótipo, criado em Crespellano, na província de Bolonha, em Itália, e desde então se espalhou ao redor do mundo: mais de 1.600 instalações em todos os continentes, a partir de pequenos bangalôs construídos para os países em desenvolvimento , até o imponente “ginásio bolha”.

Certamente essas casas são uma solução rápida e de baixo custo para os refugiados e as pessoas em necessidade, mas o uso pode ser o mais diferente: escolas, bases militares, estádios, alojamento (já feita na Expo Osaka, em 1970 ) e, agora, um resort no Caribe. Custos?

É este o futuro das casas?

Tudo na construção tem custo limitado a cerca de US $ 3.500. Cada estrutura também é possível com diferentes materiais e locais, adaptáveis a diferentes formas para atender às necessidades de customização ou velocidade de construção em caso de emergências.

É este o futuro das casas? Custo sustentável e de baixo custo?

Detergentes naturais – faça você mesmo – com vinagre

Detergentes naturais - faça você mesmo - com vinagre

Os detergentes químicos que normalmente são usados na limpeza da casa, além de custarem muito também poluem e são nocivos aos que são alérgicos. Então porque não experimentamos substituí-lo com um produto natural e que certamente não falta mais em casa: o vinagre branco.
Prático, econômico e principalmente, não poluente, o vinagre branco tem propriedade desengordurante, desinfetante e alem de tudo é um ótimo desodorante natural. Como, e onde, podemos utiliza-lo?

Primeiramente, é possível que muitos não o saibam, é um perfeito anticalcário. Experimente embeber uma esponja no vinagre e depois passa-la nas torneiras, pia e box: o efeito será surpreendente. Se por acaso o calcário obstruiu os furos do chuveiro, desmonte-o e deixe-o “de molho” por algumas horas em uma vasilha cheia de vinagre.

O vinagre também pode ser utilizado se quiser ter pisos brilhantes

O vinagre também pode ser utilizado se quiser ter pisos brilhantes e que permaneçam limpos por um bom tempo. Nesse caso experimente misturar no balde um copo de vinagre com algumas gotas de detergente de lavar louça. Porém atenção: jamais use vinagre sobre o mármore, porque o danifica.

Para desengordurar janelas basta apenas preparar uma solução de 4 partes de água e uma de vinagre dentro de um borrifador.

Podemos ainda usar o vinagre para remover a ferrugem do aço e de facas. Nesse caso prepare uma solução de água e vinagre quente, e esfregue energicamente tudo com um pano limpo embebido na solução.

Outro uso do vinagre, misturado com bicarbonato para desentupir a descarga. Ou então, para eliminar cheiros desagradáveis da tubulação do banheiro e cozinha, despeje uma xícara de vinagre e deixe agir. Caso necessário repita a operação uma vez por semana.

O vinagre branco é ótimo para limpar os eletrodomésticos

Alem disso tudo, o vinagre branco é ótimo para limpar os eletrodomésticos.

Basta uma esponjinha embebida de água e vinagre para eliminar odores da geladeira e do forno. Para se limpar a lava-louças, com a máquina vazia, adicione um litro de vinagre e acione a lavagem. A mesma coisa para eliminar o calcário da lava-roupas, com a máquina vazia, use o programa de lavagem a 90 graus com 4 litros de água dois copos de vinagre.

Os usos para o vinagre são muitos: é útil não só para limpeza de pisos e eletrodomésticos, mas também para eliminar manchas de tecidos e tapetes. Em ambos os casos basta bloquear a mancha com uma esponjinha embebida de vinagre branco.

Algum outro conselho?